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Muitos pacientes oncológicos podem e devem se vacinar contra a COVID-19

Os pacientes oncológicos precisam ser avaliados individualmente antes da vacinação dependendo do grau de imunossupressão e do tratamento ao qual estão submetidos. A vacinação é indicada como a melhor forma de prevenir a COVID-19, que tende a atingir estágios mais graves nesses pacientes. Para saber mais e avaliar o seu caso especificamente, consulte o seu médico!

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Julho Verde: Mês da Conscientização e Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço

No mês oficial da prevenção ao câncer de cabeça e pescoço, nós queremos ressaltar a importância do cuidado e do diagnóstico precoce. Cuide-se o ano inteiro!

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Evite o tabagismo

Já reparou que o tabagismo é a causa de muitas doenças, inclusive muitos tipos de câncer? Pois é, evitar fumar é muito importante para a saúde, já que o cigarro tem 4700 substâncias tóxicas ao organismo.

Compartilhe com quem precisa, e busque ajuda se necessário!

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Câncer de tireoide: sinais e sintomas

A atenção para o surgimento de sintomas indicativos de câncer de tireoide pode ajudar no diagnóstico precoce da doença. Pensando nisso, separamos alguns sinais de alerta para serem acompanhados junto ao médico:

➡️ Nódulos (principalmente quando associados à submissão à radioterapia e crescimento acelerado);
➡️ Rouquidão;
➡️ Falta de ar;
➡️Dificuldade na deglutição

Mantenha exames periódicos para a detecção precoce e a visita regular a especialistas.

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Pandemia: seja gentil consigo e com o outro

A pandemia tem representado um momento delicado para todos e quanto mais o período se estende, mais sentimos os seus efeitos. Para contornar esses impactos na nossa saúde mental e da família, é importante que cuidemos de nós e uns dos outros das formas possíveis e que fazem a diferença no dia a dia.

Hábitos saudáveis de alimentação, movimento, sono de qualidade, meditações, exercícios de respiração e acompanhamento psicológico, quando necessário, podem servir de grande apoio para que nos sintamos mais tranquilos e cuidados e assim possamos ajudar os outros a se sentirem melhores também. Como diz a frase do Guia Einstein de Autocuidado na Pandemia: “Quando cuidamos com carinho de nós mesmos, podemos cuidar melhor do outro”.

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Combate ao Coronavírus: dicas que fazem a diferença

Algumas dicas são fundamentais para aqueles que continuam trabalhando fora de casa em escritórios, clínicas, hospitais… Fique atento(a), pois algumas delas são gerais e todo mundo deve seguir:

1️⃣ Higienize com álcool a 70% a sua mesa, teclado, mouse, estetoscópio, termômetro, oxímetro, telefone, etc.;
2️⃣ Evite emprestar caneta ou qualquer material de escritório. Caso contrário, faça a higienização dos materiais;
3️⃣ Use álcool em gel ao entrar nos ônibus e ao sair;
4️⃣ Use máscara o tempo todo fora da sua casa e no trabalho;
5️⃣ Não entre com roupa e sapatos da rua em casa;
6️⃣ Trabalhe com máscara e óculos de proteção;
7️⃣ Sempre que pegar em documento de terceiros use álcool em gel;
8️⃣ Faça vários intervalos durante o dia para lavar mãos, óculos e rosto durante 1 minuto;
9️⃣ Higienize sempre o vaso sanitário ao sentar;
1️⃣0️⃣ Proteja sua máscara: não misture com pertences pessoais.

Cuide de si e de todos!

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Sintomas do câncer de garganta

O câncer de garganta pode surgir em qualquer região da garganta e em qualquer idade e tem bastante relação com o tabagismo e o consumo excessivo de álcool. Os principais sintomas dessa doença são:

– Dores de garganta ou ouvido constantes;
– Tosse frequente, às vezes, acompanhada de sangue;
– Dificuldade para engolir ou respirar;
– Roncos;
– Alterações na voz

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Câncer de boca: o que é e como prevenir!

O câncer de boca é um tumor maligno que pode surgir nos lábios, língua, bochechas e gengiva. Normalmente, esse tipo de câncer surge em pessoas com mais de 50 anos, muitas vezes, fumantes ou com má higiene bucal. Por isso, as mais importantes formas de prevenção são: evitar o tabagismo e o álcool, manter uma boa higiene bucal, manter consultas frequentes ao dentista, boa alimentação, uso de preservativos durante o sexo oral (para evitar contaminação por HPV, que também pode ser um risco para o desenvolvimento da doença).

Quer saber mais sobre como prevenir esse tipo de câncer? Marque sua consulta com o médico!

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Coloproctologista: saiba quando procurar!

O coloproctologista é o médico especializado em doenças do intestino grosso (cólon, reto e ânus). Por isso, é o responsável por prevenir, diagnosticar e tratar o câncer colorretal. O ideal é que o especialista seja procurado de forma preventiva pelo menos uma vez ao ano, principalmente, para homens e mulheres acima de 50 anos ou acima de 40 anos em caso da existência de fatores de risco. Além disso, existem alguns sintomas que sinalizam a necessidade de procurar um coloproctologista, tais como:
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➡️ Sangramentos
➡️ Dores anais
➡️ Caroços na região anal
➡️ Alteração do ritmo intestinal
➡️ Dificuldade em segurar fezes ou flatos
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Previna-se contra o câncer colorretal!

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Câncer do colo do útero

O diagnóstico de lesões que podem levar ao desenvolvimento do câncer do colo do útero facilita que o tratamento ocorra sem desencadear a doença. O principal método para isso é o exame Papanicolau (exame citopatológico do colo do útero), que deve ser realizado em mulheres que já tiveram relações sexuais ou a partir dos 24 anos. Procure o seu ginecologista e mantenha os exames em dia!

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Câncer colorretal: o que é e como tratar

O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso, no cólon ou no reto. Esse tipo de câncer costuma apresentar sintomas em estágios mais avançados. Após o diagnóstico através da colonoscopia, podendo ser associada a exames clínicos e de fezes, o médico avalia a qual tratamento o paciente deve aderir dependendo do tipo e estágio da doença, podendo ser: cirurgia, radioterapia, ablação, embolização, quimioterapia, terapia-alvo, imunoterapia…

Alguns hábitos podem reduzir o risco do câncer colorretal, como:

➡️ O consumo de fibras vegetais
➡️ A prática regular de exercícios
➡️ A redução da ingestão de carne vermelha, embutidos e bebidas alcoólicas
➡️ A manutenção de peso adequado
➡️ A ingestão de quantidade adequada de água

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A importância da quimioterapia

Quimioterapia é a utilização de medicamentos, isoladamente ou associados, com a finalidade de destruir célular neoplásicas malignas ou mesmo inibir seu crescimento e proliferação.

Esse tipo de tratamento pode ser combinado com radioterapia e cirurgias. A quimioterapia pode contribuir para a cura da doença ou aliviar os seus sintomas.

A duração do tratamento é de acordo com o tipo do tumor, evolução da doença e condições do paciente. Portanto, não existe um prazo fixo em relação ao tempo de tratamento, isso vai depender das orientações dadas pelo médico.

Podem ocorrer reações desagradáveis, que são os efeitos colaterais, já que a quimioterapia ao destruir células doentes também atinge as células boas. Esses efeitos não são obrigatoriamente apresentados por toadas as pessoas e variam de intensidade. É importante que o paciente comunique ao seu médico ou à enfermeira sobre os sintomas apresentados para que eles o auxiliem durante o período.

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Dra. Jurema Amado Alves – CRM-BA 16195

Graduação em Medicina pela Universidade Federal da Bahia
Residência médica em Oncologia Clínica na Santa Casa de Misericórdia da Bahia, Hospital Santa Isabel
Membro titular da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
Médica oncologista do Corpo Clínico da Oncovida Bahia
Diretora técnica do serviço de Oncologia do Hospital Tereza de Lisieux
Oncologista Clínica do Centro Estadual de Oncologia (CICAN)
Hospital Aristides Maltez, UNACON Hospital Irmã Dulce
Ex-Fellow do Grupo Santa de Oncologia, Hospital Santa Lúcia, BSB- DF
Diretora técnica e médica fundadora da UNACON Extremo Sul, Teixeira de Freitas – BA

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Vacinação contra a COVID-19

Incentive a vacinação, tome as medidas adequadas e em caso de dúvida consulte seu médico!

➡️ Lembre-se: pacientes oncológicos podem e devem se vacinar e isso inclui os que estão em tratamento com quimioterapia, imunoterapia, terapia alvo e radioterapia. Entretanto, aqueles que estão em tratamento imunossupressor precisam consultar o médico para orientar e dizer o melhor momento para tomar a vacina.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Os pacientes que tiveram contato com a COVID-19 devem respeitar o intervalo de 30 dias após o diagnóstico para serem vacinados. Após a vacinação, permanecer com os cuidados de prevenção que envolvem o uso de máscara, higienização das mãos e o distanciamento social.

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Saiba mais: cirurgia torácica

A cirurgia torácica é o procedimento responsável por tratar doenças do tórax e sistema respiratório com indicação cirúrgica. Uma das principais doenças tratadas a partir da cirurgia torácica é o câncer de pulmão, que, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), é o segundo tipo de tumor mais comum do mundo com altas taxas de mortalidade. A cirurgia pode ser curativa quando realizada nas fases iniciais da doença ou fazer parte do tratamento multidisciplinar envolvendo outros procedimentos e profissionais.

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Paciente oncológico pode ser vacinado contra a COVID-19

O paciente oncológico pode ser vacinado contra a COVID-19 e isso inclui os que estão em tratamento com quimioterapia, imunoterapia, terapia alvo e radioterapia. Entretanto, aqueles que estão em tratamento imunossupressor precisam consultar o médico para orientar e dizer o melhor momento para tomar a vacina.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Os pacientes que tiveram contato com a COVID-19 devem respeitar o intervalo de 30 dias após o diagnóstico para serem vacinados. Após a vacinação, permanecer com os cuidados de prevenção que envolvem o uso de máscara, higienização das mãos e o distanciamento social.

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Sintomas do câncer de colo do útero

O câncer de colo do útero pode ser causado por uma infecção conhecida como Papiloma vírus humano, HPV, principalmente os tipos 16 e 18. É considerado uma doença silenciosa, pois não apresenta sintomas na sua fase inicial, entretanto, nos casos avançados, pode ocorrer:
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➡ Sangramento vaginal intermitente
➡ Secreção vaginal e dor abdominal
➡ Sangramento após a menopausa
➡ Dor durante a relação sexual
➡ Sangramento após a relação sexual
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Já no estado avançado da doença, os sintomas podem aparecer por meio do inchaço nas pernas, sangue na urina e dificuldade em urinar e evacuar.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Vale destacar que os sintomas citados acima podem estar associados a outras doenças, não somente ao câncer de colo do útero. Por isso, toda a mulher deve consultar o médico ginecologista e realizar o acompanhamento adequado!

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Pesquisa clínica em Oncologia

Todo o processo de pesquisa na Oncovida é coordenado pelo Dr. Alberto Nogueira e avança cada vez mais para formas mais eficientes de tratamento e qualidade de vida para os pacientes.

Com a pesquisa clínica, é possível monitorar os efeitos dos fármacos utilizados no tratamento para medir a eficiência e efeitos colaterais e ainda criar tratamentos novos e não disponíveis até então na prática clínica.

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Tipos de câncer de pele

Verão, época que exige também muito cuidado com o nosso corpo por causa dos diversos efeitos da exposição solar. Lembramos que o uso da proteção necessária é capaz de evitar o aparecimento do câncer de pele. No Brasil, de acordo com Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de pele representa 33% dos diagnósticos entre os diversos tipos da doença. Saiba mais:

🔹Carcinoma basocelular: mais frequente entre os três tipos de câncer de pele, surge nas células basais, na camada mais profunda da epiderme, possui baixa letalidade e, caso seja diagnosticado precocemente, pode ser curado. As áreas do corpo mais atingidas são: face, orelha, pescoço, ombros e costas

🔹Carcinoma espinocelular: o segundo tipo mais comum de câncer de pele, aparece em regiões como orelha, rosto, couro cabeludo e pescoço. É diagnosticado nas células escamosas que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Apresenta-se com uma cor avermelhada semelhante a uma verruga

🔹Melanoma: tipo mmais grave e com um alto índice de mortalidade. Entretanto, se for diagnosticado precocemente, existe 90% de chances de cura. Visivelmente, pode apresentar uma aparência semelhante a uma pinta ou sinal

Não deixe de passar por consultas com o especialista e de se proteger!

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Parceria: Oncovida e Hospital da Cidade

A Oncovida e o Hospital da Cidade firmaram parceria em janeiro de 2019, completando, neste mês, dois anos de união. As ações acontecem nas áreas de oncologia clínica e de hematologia visando proporcionar uma assistência integrada e humanizada aos pacientes.
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Cuidados com os rins

Os rins atuam no corpo eliminando as toxinas do metabolismo, mantendo o equilíbrio hídrico do organismo, eliminando o excesso de água e sais, ajudando a absorver o cálcio que fortalece os ossos e a renina que regula a pressão arterial.

Estima-se que 10% da população tem algum problema nos rins. Por isso, a principal forma de prevenção é com a ingestão de água e alimentação balanceada.

Quando o paciente já possui o diagnóstico da insuficiência renal aguda, é necessário manter o tratamento seguindo as recomendações do nefrologista.

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Tumor X câncer

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), nem todo tumor é câncer.

O tumor é caracterizado por um volume que pode ser observado em alguma parte do corpo e, quando ocorre pelo crescimento no número de células, é conhecido como neoplastia que pode ser benigna ou maligna. O lipoma e o mioma são exemplos de tumor benigno. Diferente do câncer, que tem como destaque a neoplastia maligna, ou seja, um grupo de doenças que, por meio da divisão celular, podem invadir outros órgãos. Caso seja diagnosticado como benigna, há um crescimento lento e quase não aparece em outras partes do corpo, não desenvolvendo metástase.

Toda suspeita deve ser investigada e diagnosticada pelo médico.

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Práticas para a prevenção do câncer de bexiga

O câncer de bexiga está fortemente relacionado à exposição a fatores ambientais e ao envelhecimento. A incidência tem aumentado em países industrializados. O tabagismo e a exposição ocupacional a alguns agentes são os principais gatilhos para o desenvolvimento deste tipo de tumor.

Alguns hábitos saudáveis ajudam na prevenção do câncer de bexiga:

🔹Ingestão de água
🔹Alimentação rica em frutas e legumes
🔹Atividade física regular
🔹Evitar o tabagismo e a exposição à poluição

Lembrando que, em caso de algum sintoma diferente no corpo, a ida ao especialista deve ser imediata, pois ele irá indicar o melhor tratamento.

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Direitos dos pacientes oncológicos

Por ser uma doença que requer cuidados e atenção, todo paciente oncológico tem direitos que devem ser respeitados para o bom resultado do tratamento. De acordo com o INCA, alguns benefícios se estendem para familiares e ou acompanhantes que seguem nessa jornada junto ao paciente. Você sabe quais são esses direitos?

– Afastamento do trabalho – através de um atestado médico que dirá o tempo mínimo necessário para o seu tratamento ou recuperação de cirurgia se for o caso;

– Licença para tratamento de saúde e ou para o familiar e ou dependente – se o paciente ou o familiar que requeira cuidados e acompanhamento for um servidor público, pode entrar em contato com a perícia médica e o órgão dará o tempo necessário para o tratamento/ acompanhamento;

– Aposentadoria por invalidez – é autorizada desde que o paciente seja comprovado (pelo INSS ou órgão pagador) incapaz de retomar suas atividades trabalhistas anteriores;

– Vale social – é um benefício que garante a gratuidade tanto do paciente quanto do acompanhante em transportes intermunicipais (ônibus, metrô e lancha/ ferry boat);

– Isenção em determinados impostos – o paciente com câncer está isento do imposto de renda relativo aos rendimentos de aposentadoria, reforma e pensão (sejam elas de entidades públicas ou privadas).

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Médico da Oncovida é palestrante do Congresso ESMO 2020

Acontecerá no dia 10/12 (quinta-feira), das 19h30 às 21h, a palestra on-line sobre atualizações ESMO 2020. Dr. Guilherme Fontes Falcão, oncologista clínico da Oncovida, é o palestrante responsável!
Mais um importante evento na busca pela melhoria contínua do cuidado aos pacientes oncológicos.
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Meeting marca o Novembro Azul da Oncovida

A Oncovida realizou, no dia 26/11 (quinta-feira), um evento dentro da programação da campanha Novembro Azul para debate e troca de informações acerca do câncer de próstata e o seu tratamento.

O Metting Novembro Azul contou com a participação da palestrante Dra. Carla Simone Moreira de Freitas, que é oncologista clínica, mestre e doutoranda pelo IEP – Santa Casa de Belo Horizonte, vice-diretora clínica do Hospital do Câncer de Muriaé/MG, preceptora da Residência de Oncologia Clínica do HCM e membro titular da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

A moderação do evento foi do Dr Guilherme Falcão, oncologista clínico da Oncovida, formado pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, especialista em Clínica Médica no Hospital Santa Isabel – BA e especialista em Cancerologia pelo INCA-RJ.

A estrutura foi preparada de acordo com as normas de segurança recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo transmitida por programa on-line e recebendo um reduzido número de convidados na sala prime de um renomado restaurante da capital baiana.

Pela plataforma digital, o encontro foi aberto ao público através de uma sala virtual. Dessa forma, busca-se expandir o conhecimento para que todos tenham acesso aos diversos assuntos ligados à saúde oncológica e clínica.

O evento contou com o apoio da Zodiac Oncologia.

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Oncovida: cuidados contra o Coronavírus

Frente a atual pandemia do COVID-19, foi elaborado pela equipe da Oncovida um guia de prestação de cuidados com medidas imediatas, para proteger a segurança dos pacientes e a equipe de saúde, considerando as políticas internas, bem como os regulamentos ou orientações estaduais, do conselho médico e municipais.  Este documento complementa e não substitui os planos e rotinas já existentes na unidade.

 

 

Triagem/seleção

Antes da chegada do paciente:

  • Ao agendar consultas, informar aos pacientes que as consultas precisarão ser remarcadas se o paciente apresentar sintomas de uma infecção respiratória (por exemplo, tosse, falta de ar, febre, calafrios, dores no corpo, dor de garganta, perda de paladar ou olfato ou outros sintomas semelhantes aos da gripe) no dia em que sua consulta estiver agendada;
  • Informar aos pacientes que eles devem usar uma máscara facial ou outra cobertura facial, independentemente dos sintomas, antes de entrar na unidade;
  • No momento que ligar para confirmar a consulta ou tratamento do paciente (24 horas antes), questionar ao paciente se o mesmo apresentou sintomas de tosse, falta de ar, febre, calafrios, dores no corpo, dor de garganta, perda de paladar ou olfato ou outros sintomas semelhantes aos da gripe. Se houver sintomas, os protocolos de triagem devem ser utilizados para determinar se uma consulta é necessária ou se o paciente pode ser tratado em casa;
  • Se o paciente puder ser tratado em casa, ele deve ser instruído a entrar em contato com seu Médico assistente, se os sintomas piorarem ou não se resolverem dentro de 14 dias. A consulta do paciente deve ser remarcada quando for determinado que ele está fora de perigo de contágio.

 

 

 Após a chegada do paciente

  • O acesso à unidade para os pacientes, será somente pela recepção principal, (sala 406) apenas 1 acompanhante deve ser permitido. Ninguém com menos de 18 anos de idade deve ser permitido como acompanhante;
  • Todos os pacientes devem usar máscaras à chegada e higienizar as mãos com álcool gel disponível a entrada da recepção;
  • Incluir sinalização com perguntas de triagem para a COVID-19 e visualização de sintomas para todos os pacientes/acompanhantes, bem como materiais educacionais para o paciente e ilustrações de higiene adequada para a prevenção de infecções e os sintomas a serem relatados;
  • A temperatura de todos os pacientes e acompanhantes devem ser verificadas ao chegarem na unidade, e em caso de temperatura acima de 37,5ºC, seguir o (fluxo 001 triagem COVID 19).

 

 

Pacientes de COVID-19 caso suspeito

Paciente caso suspeito

  • No caso de um paciente ser considerado caso suspeito na triagem, a equipe deve seguir o (fluxo 001 triagem COVID 19);
  • Os pacientes designados casos suspeitos, após chegarem à clínica devem usar máscara e serem levados até o consultório 04 /área de isolamento designada. O médico oncologista deve revisar e determinar as ações adequadas para a prestação de cuidados/serviços (seguindo o fluxo001 triagem);
  • Pacientes com febre como único sintoma devem ser avaliados para determinar se um teste para COVID-19 é adequado. Os pacientes devem ser avaliados individualmente quanto a outras infecções potenciais ou possível “febre tumoral”;
  • Se um teste viral for solicitado, o tratamento do câncer deve ser adiado até que o resultado esteja disponível. No caso de um resultado positivo, o oncologista do paciente, deve determinar as próximas etapas.

Critérios para infusão em pacientes positivos para COVID-19

  • O atendimento em consultório para pacientes positivos para COVID-19 deve ser adiado por um período mínimo de 14 dias após o início dos sintomas;
  • O paciente deve estar livre de sintomas (incluindo febre sem o uso de medicamentos para redução da febre) e apresentar melhora dentro de um período mínimo de 72 horas antes de receber uma infusão;
  • Após o adiamento do tratamento no consultório, e quando o paciente estiver livre de sintomas, deve haver em teste negativo para COVID-19 com intervalo mínimo de 72horas, para iniciar o tratamento.

 

 

Processos para pré-triagem de pacientes assintomáticos com câncer

  • Durante o tratamento, todos os pacientes devem passar por triagem por telefone realizado 24 a 48 horas antes de cada novo ciclo de terapia. A triagem deve ser feita pela enfermagem, e deve incluir perguntas sobre sintomas e potencial exposição;
  • Com base nos resultados da triagem, as práticas oncológicas devem testar todo paciente identificado como de risco potencial de exposição, sintomas respiratórios e/ou dois outros sintomas (tosse, falta de ar, febre, calafrios, mialgias, dor de garganta, perda de paladar ou olfato (novo) ou outros sintomas semelhantes aos da gripe);
  • Como indicado acima, todos os pacientes devem ser submetidos a triagem na chegada ao estabelecimento, para determinar se houve uma alteração no estado e/ou a necessidade de teste ou repetição de teste;
  • A farmácia deve considerar a telemedicina para adesão dos pacientes aos agentes oncológicos orais e aconselhamento ao paciente.

 

Controles de prevenção de infecções (colaboradores)

Equipamento de proteção individual (EPI)

  • O colaborador deve sempre usar máscaras respiratórias N95 (disponibilizadas pela clínica), enquanto estiver nas instalações da unidade. Todos os colaboradores que tiverem contato com o público devem utilizar além das máscaras respiratórias N95, o face shield (protetor facial);
  • Toda a equipe que entrar na sala de um paciente com suspeita de COVID-19 ou caso confirmado deve seguir as Precauções Padrão recomendadas e usar máscaras respiratórias N95 e máscara protetora facial (face shield), avental, luvas. As coberturas de rosto de tecido não são EPIs comprovadamente eficazes e não devem ser usadas para o atendimento de pacientes com suspeita ou caso confirmado de COVID-19;
  • Todo contato físico entre a equipe deve ser minimizado e o afastamento de dois metros deve ser mantido, sempre que possível.

 

Colaboradores

Força de trabalho

  • Fazer a triagem de todos os colaboradores no início de seus turnos para identificar febre e sintomas condizentes aos da COVID-19;
  • Como parte da prática de rotina, o colaborador deve ser solicitado a monitorar-se regularmente quanto a febre e sintomas de COVID-19;
  • O colaborador deve ser afastado das atividades laborais quando estiver com suspeita ou apresentando sintomas de COVID19. Se um colaborador for positivo para a COVID-19, ele deverá seguir os critérios para o retorno ao trabalho em caso de suspeita ou confirmação de COVID-19;
  • Se o colaborador apresentar febre (de pelo menos 37,8 °C) ou sintomas condizentes aos da COVID-19 durante o trabalho, ele deve manter a máscara, informar o supervisor e ser afastado do local de trabalho e realizar teste ácido nucleico para RNA viral (reação em cadeia da polimerase) para medir a infecção por SARS-CoV-2;
  • O retorno ao trabalho para o colaborador com confirmação de COVID-19, é após: 14dias de isolamento e resultado de exame negativo de ácido nucleico para RNA viral (reação em cadeia da polimerase);
  • Os colaboradores da unidade, realizará testes sorológicos para covid-19, considerando o ciclo de dias úteis consecutivos (30 dias). Colaboradores que já tiveram covid-19, IGG positivo, realizará o teste com o intervalo de 120 dias;
  • Todas as conferências e reuniões foram substituídas para um formato virtual.

 

 

 

Considerações sobre as instalações

Distanciamento Social/Físico em Áreas Clínicas

  • Distanciamento na sala de espera e no setor de infusão entre as poltronas;
  • Remoção de todos os materiais ou bens comuns que possam estar em contato com os pacientes. Ex: livro, revistas, café e chá.

 

Referências:

  1. Recomendações dos Centers for Medicare & Medicaid Services (CMS) para reabrir instalações para fornecer cuidados de saúde não emergenciais e não relacionados à COVID-19: Fase I https://www.cms.gov/files/document/covid-flexibility-reopen-essential-non-covid-services.pdf
  2. Ética e escassez de recursos: Recomendações da American Society of Clinical Oncology para a comunidade oncológica durante a pandemia de COVID-19 https://ascopubs.org/doi/pdf/10,1200/JCO.20,00960
  3. Segurança para o momento da pandemia de COVID-19: Como manter seguros nossos pacientes oncológicos e profissionais de saúde. JNCCN. Data de publicação on-line: 15 de abril de 2020. DOI: https://doi.org/10.6004/jnccn.2020.7572
  4. RELATÓRIO ESPECIAL DA AMERICAN SOCIETY OF CLINICAL ONCOLOGY: GUIA PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS PARA O CÂNCER DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19: 19 DE MAIO DE 2020

 

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Anne Elisa Santos Sousa – CRM 15712

 

FORMAÇÃO

Graduação de Medicina na Universidade Federal da Bahia. Ano: 2002

Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital Santo Antônio – Obras Sociais Irmã Dulce (OSID). Ano: 2003 – 2005

Especialização em Mastologia no Hospital Aristides Maltez (HAM) – Liga Bahiana Contra o Câncer (LBCC). Ano: 2006-2008

Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)

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Isabelle Santos Fiscina – CRP 03/14353

 

Psicóloga graduada pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) – 2016

Especialista em Oncologia pelo Programa de Residência Multiprofissional em Saúde (UNEB)

Experiência no contexto hospitalar e na atuação clínica

Foco nas seguintes áreas: Psicologia Hospitalar, Psico-oncologia, Saúde Coletiva e Psicanálise

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Julho Verde: Mês de combate ao câncer de cabeça e pescoço

Durante todo o mês de julho, a campanha intitulada “Julho Verde” vem alertar sobre o combate ao câncer de cabeça e pescoço, que, de acordo com o Instituto Vencer o Câncer, corresponde a 3% de todos os tipos de câncer que acomete os brasileiros. E mais: os cânceres de laringe e da cavidade oral são os mais comuns dessa região e mais de 60% deles ocorrem na glote.

O câncer de cabeça e pescoço é caracterizado pela presença de nódulos malignos ou benignos, que se localizam em regiões como tireóide, boca, gengiva, bochechas, laringe, faringe e seios paranasais. O tratamento, que depende do avanço da doença, pode ser feito com radioterapia, quimioterapia ou cirurgia.

Mesmo sabendo da necessidade das visitas regulares ao seu médico, é importante conhecer os sintomas aparentes para os cânceres de cabeça e pescoço. Alguns deles:

🔺Dores nos ouvidos ou pescoço;
🔺Dificuldade para engolir;
🔺Mudança no paladar e/ou na voz;
🔺Rouquidão persistente;
🔺Aftas frequentes;
🔺Nódulos no pescoço;
🔺Manchas brancas na boca, gengiva e bochechas;
🔺Lesões com sangramento na boca e demora na cicatrização;
🔺Mau hálito persistente.

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Antecipação de feriados: o cuidado continua!

A Oncovida informa que consultas e procedimentos serão realizados normalmente em todos os dias desta semana, que antecipa os feriados de São João (24/06) e da Independência da Bahia (02/07).

Lembrando que pacientes oncológicos não devem abandonar o tratamento ainda que neste período de pandemia de Coronavírus.

Especialidades:
Hematologia
Nutrição (online)
Oncologia e cirurgia oncológica
Psicologia (online)

Contatos:
Telefone fixo: (71) 3341-4175
WhatsApp: (71) 99918-0211
Endereço: Centro Médico Iguatemi, 4° andar, Caminho das Árvores

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Funcionamento da Oncovida

A Oncovida adaptou toda a sua forma de atendimento para oferecer o máximo de segurança para os pacientes. Lembrando que pacientes oncológicos não devem abandonar o tratamento ainda que neste período de pandemia de Coronavírus.

Especialidades:
Hematologia
Nutrição (online)
Oncologia e cirurgia oncológica
Psicologia (online)

Contatos:
Telefone fixo: (71) 3341-4175
WhatsApp: (71) 99918-0211
Endereço: Centro Médico Iguatemi, 4° andar, Caminho das Árvores

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Campanha Adorno Zero!

Anéis, pulseiras, colares, relógios, brincos… Tudo isso não deve ser usado no dia a dia nos ambientes clínicos e hospitalares, evitando assim a transmissão de vírus e bactérias em prol do controle de infecções.

Em tempos de COVID-19, não usar adornos é ainda mais importante, pois, além de serem meios viáveis para instalação do Coronavírus, os enfeites em mãos e punhos prejudicam a sua higienização correta.

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Consulta online com nutricionista!

Devido à pandemia de Coronavírus e, pensando no bem-estar e na saúde de todos, a nutricionista da Oncovida, Raquel Barros, está atendendo de forma online!

Interessados podem entrar em contato e agendar uma consulta.

Telefone fixo: (71) 3341-4175
WhatsApp: (71) 99918-0211
Endereço: Centro Médico Iguatemi, 4° andar, Caminho das Árvores

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Vacine-se contra a Influenza!

Já está acontecendo a vacinação contra a Influenza e os pacientes oncológicos devem e precisam tomar a vacina, portanto, fique atento(a) aos horários e aos postos. Não esqueça: se puder, evite aglomerações, prefira atendimento residencial, marcações ou o drive thru. Contraindicações: alergia a ovo, histórico de reações alérgicas graves e febre aguda.

Quando?
23 a 27 de março: idosos que nasceram entre janeiro e março
30 a 4 de abril : idosos nascidos entre abril e junho
6 a 9 de abril: idosos nascidos entre julho e setembro
13 a 18 de abril: idosos nascidos entre outubro e dezembro

Onde se vacinar?
– Postos de saúde
– Drives thru:
Centro de Saúde Ramiro de Azevedo: na região do Campo da Pólvora, funcionamento das 8h às 17h
5º Centro de Saúde, Complexo de Saúde Clementino Fraga: no bairro do Garcia, funcionamento das 8h às 17h
Arena Fonte Nova: no bairro de Nazaré, funcionamento estendido das 8h às 22h
Centro de Convenções de Salvador: no bairro da Boca do Rio, funcionamento estendido das 8h às 22h
Escola de Bahiana de Medicina: no bairro do Cabula, funcionamento das 8h às 17h

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde

Importante!

A vacinação é necessária para pacientes oncológicos!

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Alguns cuidados necessários contra o Coronavírus

Adotar algumas atitudes faz toda a diferença contra a COVID-19 e, de acordo com Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), entre elas estão:

  • Não interromper o tratamento oncológico;
  • Manter a higiene das mãos, lavando-as com sabonete por menos, 40-60 segundos ou higienizando-as com àlcool em gel 70% por 20-30 segundos, diversas vezes ao dia.
  • Evitar contato físico, como cumprimentar com beijos e abraços;
  • Evitar contato com qualquer pessoa que tenham sintomas gripais e ou/ esteja em investigação para possível infecção do COVID-19;

  • Evitar contato com pessoas estejam chegando do exterior, com ou sem sintomas gripais;

  • Evitar ambientes fechados e principalmente aglomerações;

  • Pacientes que vão a um centro de tratamento oncológico devem ir acompanhados de apenas uma pessoa, e este acompanhante não pode apresentar nenhum sintoma de gripe.

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Comunicado Oncovida: Coronavírus

Em virtude do coronavírus (Covid-19), de acordo com as recomendações das autoridades sanitárias, devemos evitar cumprimentos com aperto de mãos e abraços. Portanto, sintam-se acolhidos no consultório com o nosso sincero cumprimento com um sorriso.

Também disponibilizamos, na recepção, álcool gel para ser utilizado antes de entrar na sala, bem como orientamos a correta lavagem das mãos. Ao sair, por favor, utilizem novamente o álcool gel.

Fiquemos tranquilos, mas atentos sempre!

 

Atenciosamente,

Equipe Oncovida.

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É possível vencer a leucemia!

A leucemia é uma doença que tem como principal característica a substituição das células sanguíneas por células doentes. Como sua origem é desconhecida, ainda não há um método de prevenção confirmado, no entanto, o diagnóstico é essencial. Quanto antes descoberta, mais cedo o tratamento pode ser feito. O diagnóstico é feito através do exame de sangue referenciado por um hematologista. Cuide-se!

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Carnaval: o que comer durante a maior festa do verão

Alimentação balanceada faz parte da organização para garantir uma boa resistência e energia durante a folia, além de prevenir também possíveis viroses e demais doenças infectocontagiosas. Independente de onde e como o folião vá curtir o carnaval, é importante saber o que ingerir e principalmente como é feito o preparo dos alimentos.

De acordo com a nutricionista da Clínica Oncovida, Raquel Barros, tudo começa pela hidratação: “É importante ingerir mais do que os três litros de líquido por dia e não necessariamente precisa ser só de água. Muitas frutas aquosas fazem as vezes da água, além dos sucos e chás. Então, uma média de 3,5 litros a 4 litros por dia é o ideal para esse período de festa”, orienta.

Além das frutas e verduras que são alimentos leves e garantem vitaminas e minerais que auxiliam no bom funcionamento do organismo, o consumo de fibras e proteínas magras também é indicado para os dias de festa: “Leites, ovos, carnes cozidas e grelhadas são excelentes pedidas. Para aqueles que não possuem restrições e não abrem mão da bebida alcoólica, a ingestão de vegetais verdes escuros (brócolis, couve, rúcula, agrião) auxilia no bom funcionamento do fígado, facilitando o processo de desintoxicação”, ressalta a nutricionista.

Assim como é importante salientar o que se deve priorizar em época de festa, também vale ressaltar o que não deve ser consumido. Principalmente “se o preparo não for feito em casa ou por pessoas de sua confiança. Comidas com molho como por exemplo o cachorro quente, saladas, frutos do mar ou qualquer preparação com maionese e/ou creme de leite devem ser evitadas. A intoxicação alimentar é algo sério que pode ser contida se os cuidados prévios forem tomados”, conclui.

De acordo com a nutricionista, pacientes oncológicos devem ter cuidado redobrado: “Pacientes oncológicos podem e devem se distrair respeitando a particularidade e a situação clínica de cada um, no entanto, uma vez que o carnaval envolve multidões, é possível que isso abale a imunidade, logo, a atenção deve ser ainda maior”.

Para mais dicas, clique aqui!

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Dicas de alimentação para o carnaval

A nutricionista Raquel Barros separou algumas dicas de alimentação para esse carnaval! Hidratação!!! Além disso, um bom café da manhã deve ser feito principalmente para quem vai para os dias de folia, investindo também no maior consumo de frutas sempre associadas a uma fibra (aveia, linhaça, chia). Ao sair de casa, é importante levar lanches práticos (barra de grãos, castanhas, frutas desidratadas, barra de frutas), já que não se sabe a procedência dos alimentos que são produzidos nas ruas. Assim, evita-se uma contaminação alimentar.  Longos períodos em jejum não são recomendados. Nutrir o corpo é um importante caminho de cuidado e prevenção!

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O câncer de pulmão é silencioso!

Assim como a maioria dos tipos de câncer, o de pulmão é bastante silencioso e geralmente seus sinais surgem nos estágios mais avançados da doença. Por isso, reforçamos um pedido constante: visite um médico com frequência e realize os principais exames de rotina. Lembre-se: quanto mais cedo for descoberto, maior a chance de cura!

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Qualidade de vida e saúde da mulher

Praticar atividade física regularmente melhora a qualidade de vida, assim como proporciona sensação de bem-estar. Para a saúde das mulheres, ter uma rotina de exercícios físicos em algum momento do seu dia é essencial e auxilia na prevenção e no controle de doenças, como o câncer, por exemplo! Os benefícios são diversos e a gente separou alguns deles para você:

✅ Controle do peso;
✅ Melhora do condicionamento físico;
✅ Maior disposição para enfrentar o dia a dia;
✅ Aumento da autoestima;
✅ Redução do estresse;
✅ Aumento do HDL, o “colesterol bom”.

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Saúde íntima no verão

Na estação mais quente do ano, o cuidado com a saúde íntima feminina deve ser em dobro! O clima quente é o que mais possibilita proliferação de fungos e bactérias por conta da transpiração. Alguns hábitos influenciam diretamente a saúde da mulher. A gente separou algumas dicas para o seu verão ser ainda mais seguro e tranquilo:

🏖️ Em praias ou piscinas, evite ficar com roupas molhadas;
🎽 Dê preferência a roupas leves;
🚿 Não exagere nos banhos diários;
👙 Nos dias mais quentes, prefira calcinhas de algodão;
🚫 Evite o uso de amaciantes e alvejantes nas roupas íntimas.

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Oncovida e Labchecap se reúnem para discutir futura parceria

Representantes da Oncovida – Centro de Oncologia da Bahia  e do Labchecap – Laboratório e Imagem se reuniram hoje (10) para traçar uma futura parceria pensando na melhoria constante do atendimento aos pacientes. O laboratório é referência de qualidade e tem uma trajetória pautada na busca pela inovação, melhoria contínua dos serviços e satisfação dos clientes.

O Labchecap possui 45 unidades e está presente nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Simões Filho, Alagoinhas e Feira de Santana.

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Gisele Carneiro

“Hoje eu tive consulta com o meu oncologista Dr. Alberto Nogueira. Há 17 anos ele tem cuidado de mim. Um profissional ímpar, exemplar. Me aturando com as minhas incertezas, dores, mas presente nas alegrias também.

Sou grata a Deus por ter esse amigo/médico. Que Deus continue abençoando sua vida. Dando sabedoria para cuidar de todos os pacientes oncológicos!”

Gisele Carneiro
Paciente ONCOVIDA

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Novembro Azul da Oncovida é marcado por palestra

Perto de encerrar o Novembro Azul, a Oncovida – Centro de Oncologia da Bahia  promoveu mais uma importante qualificação para seus colaboradores, contando com a participação de pacientes. Durante a palestra, o urologista Dr. Galvane Barreto de Farias falou sobre prevenção, cuidados e tratamento do câncer e de outras doenças da próstata na manhã de hoje (26). Foi um momento de troca de conhecimento e muita informação.

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Oncovida é representada em evento de oncologia e hematologia

A farmacêutica e gerente comercial da Oncovida – Centro de Oncologia da Bahia, Mônica Jôsi, está em São Paulo representando a instituição no Meeting the Minds – Oncologia & Hematologia. Mônica ministrou uma importante palestra com o tema “Farmacoeconomia e ATS”, orgulhando toda a equipe da Oncovida.

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Psicóloga da Oncovida participa de evento sobre o Outubro Rosa

A Psicóloga Agda Andrade da Oncovida participou, juntamente com a Coach Sistêmica e Analista Corporal e Comportamental, Márcia Nascimento, nesta sexta-feira (28), no Hospital da Cidade, de evento sobre o Outubro Rosa. A roda de conversa sobre “Repercussões Emocionais do Câncer de Mama” foi promovida pelo hospital em parceria com a Oncovida e tratou de forma séria, mas leve desse tema tão importante para as pacientes.

A Oncovida acredita no poder da informação e do acolhimento!

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Dr. Alberto Nogueira – CRM 9482

albertoFORMAÇÃO

  • Graduado em Medicina pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (1988)
  • Especialista em Oncologia Clinica pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clinica (1998)
  • Coordenador do serviço de Oncologia Clínica e da Residência Médica em Oncologia Clinica do Hospital Aristides Maltez
  • Investigador Principal em Pesquisa Clinica e Diretor Técnico da ONCOVIDA – Centro de Oncologia da Bahia
  • Membro da Câmara Técnica de Cancerologia do Conselho Regional de Medicina da Bahia
  • Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Cancerologia, no período de 2012 a 2015
  • Professor do Curso Médico em Oncologia Clínica da UNIFACS, desde Janeiro/2016 até a presente data
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Agda Mariana de Andrade – CRP 03/11966

Psicóloga Graduada pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Ano: 2014.2

Especialista em Oncologia pelo Programa de Residência Multiprofissional em Saúde – Universidade do Estado da Bahia (UNEB)

Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental pela Capacitar Centro Educacional (UNIP)

Especialista em Saúde da Família pelo Programa Estadual de Residência Multiprofissional Regionalizado em Saúde da Família (EESP/SESAB)

Faz aperfeiçoamento em Terapias Cognitivas pela Psicoeducar

Atua na área hospitalar e na área clínica, com foco no acompanhamento de pacientes oncológicos e seus familiares

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NOVO ESTUDO CLÍNICO – CENTRO DE PESQUISA ONCOVIDA/2018

A ONCOVIDA representada por Dr Alberto Nogueira e Carlane Menezes, no Estudo HERO – Câncer de Próstata Metastático Multicêntrico Internacional, a ser iniciado em nosso serviço em 10 de julho de 2018 juntamente com outros 10 centros no Brasil , com a pretensão de contribuir para inclusão de 915 pacientes no mundo.

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NOVEMBRO AZUL: UM TOQUE PARA A VIDA.

CAMPANHA II

No exterior a campanha é chamada de Movember (Moustache + November em inglês  = Bigode e Novembro).

Iniciou em um Pub, na Austrália, em 1999. Um grupo de amigos teve a ideia de deixar o bigode crescer durante todo o mês como apoio à conscientização da saúde masculina e arrecadação de fundos para doação às instituições de caridade. O mês de novembro foi o escolhido justamente por comemorar no dia 17 o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata.

A campanha foi um sucesso, alguns anos depois o país todo estava participando e foi criada o Movember Foundation Charity em 2004. A ideia então era que os homens deixassem o bigode crescer durante todo o mês de novembro (as mulheres apoiavam usando a cor azul ou bigodes falsos) para espalhar a conscientização da importância do cuidado a saúde masculina, com foco principal no câncer de próstata e depressão. Além disso, diversos eventos de arrecadação de fundos foram criados.

Hoje a campanha já é mundial. Atualmente é comum o movimento levar o nome deNo Shave November” , em tradução livre, Novembro sem se barbear. Alguns países continuam com o nome original (Movemberou No Shave November). No Brasil – utilizam o nome Novembro Azul, já que além do bigode a cor azul é símbolo da Campanha. A ideia é o máximo de pessoas usarem a cor azul, o bigode e a barba para deixar os “desentendidos” curiosos do motivo e então a partir dessa curiosidade espalhar a conscientização sobre a prevenção ao câncer de próstata através dos exames regulares e a atenção à saúde masculina.

Símbolo da Campanha No Shave November

Símbolo da Campanha No Shave November.

A ONCOVIDA ABRAÇA ESTA CAUSA!

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NOVEMBRO AZUL – UM TOQUE PARA A VIDA

CAMPANHA II

No exterior a campanha é chamada de Movember (Moustache + November em inglês = Bigode e Novembro).

O Novembro Azul iniciou em um Pub, na Austrália, em 1999, por um grupo de amigos que tiveram a ideia de deixar o bigode crescer durante todo o mês como apoio à conscientização da saúde masculina e arrecadação de fundos para doação às instituições de caridade. O mês de novembro foi o escolhido justamente por comemorar no dia 17 o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata.

A campanha foi um sucesso, alguns anos depois o país todo estava participando e foi criada o Movember Foundation Charity em 2004. A ideia então era que os homens deixassem o bigode crescer durante todo o mês de novembro (as mulheres apoiavam usando a cor azul ou bigodes falsos) para espalhar a conscientização da importância do cuidado a saúde masculina, com foco principal no câncer de próstata. Além disso, diversos eventos de arrecadação de fundos foram criados. Hoje a campanha é mundial.

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OUTUBRO ROSA: PREVENINDO AGORA, CUIDANDO SEMPRE.

 O movimento Outubro Rosa surgiu nos Estados Unidos na década 90, com o objetivo de estimular a participação da população no controle do Câncer de Mama. Hoje essa data é celebrada mundialmente com intuito de compartilhar informações sobre o Câncer de Mama, promovendo a conscientização sobre a importância da detecção precoce da doença.

A ONCOVIDA APOIA ESTA CAUSA!

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CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

AMI II

Ocorreu em 14 de setembro, na cidade de Salvador, um encontro promovido pelo plano da saúde AMI (Assistência Médica Infantil), acerca do padrão TISS e sua atualização para 3.01 de sua versão, bem como uma mesa redonda para melhores práticas de serviços / atendimentos aos vossos beneficiários.

A ONCOVIDA, visando capacitação e excelência dos seus colaboradores, marcou presença neste encontro.

 

 

 

Foto: A esquerda, Anderson Oliveira (Analista de contas médicas – Oncovida), Patrícia Lima (Gerente AMI) e Catiane Fernandes (Analista financeiro – Oncovida)

 

 

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CURSO: O PAPEL DA IMUNOTERAPIA NO CÂNCER

EVENTO HAM

A ONCOVIDA em parceria com o Serviço de Oncologia do Hospital Aristides Maltez, patrocinado pelo Laboratório Roche, promovem o curso sobre o Papel da Imunoterapia no Câncer. O evento acontecerá no dia 20 de maio de 2017 a partir das 09h, no auditório Honorato Maltez, localizado no HAM. As inscrições são gratuitas com vagas limitadas. Maiores informações pelos emails:

• farmacia@oncovidabahia.com.br

• enfermagem@oncovidabahia.com.br

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A ONCOVIDA esteve presente no encontro para investigadores da América Latina, em Buenos Aires/argentina, ocorrido no dia 11 de Novembro de 2016, representada pelo Investigador Principal Dr. Alberto Nogueira e a Coordenadora de Enfermagem Sra. Jamille Schramm, que participarão do Estudo Avana em Câncer de Pulmão Metastático

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Dr Alberto Nogueira e a Gerente nacional para o Estudo Clínico no Brasil.

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A ONCOVIDA esteve presente em Berlin/Alemanha, no dia 09 de Dezembro de 2016, representada pelo oncologista Clínico Dr Alberto Nogueira – Investigador principal, e a Coordenadora de Pesquisa Clínica Sra. Carlane Menezes, na reunião de investigadores para participação em mais um Estudo Clínico a ser realizado nesse serviço, em Câncer Cólon Retal Metastático.

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Dra. Regina Bahia – CRM/BA 8228

 

FOTO DRA

Graduada em Medicina e Saúde Pública (1985);

Residência Médica em Clínica Médica no Hospital Santo Antônio (1986-1988);

Residência em Hematologia e Hemoterapia no Complexo Hospitalar Professor Edgard Santos (HUPES 1988-1990);

Coordenadora do serviço de Hematologia do Hospital Aristides Maltez;

Hematologista e investigadora em Pesquisa Clínica da Oncovida;

Professora do Curso de Medicina da UNIFACS em hematologia.

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DR. Thiago Moura – CRM/BA 21237

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FORMAÇÃO

  • Graduado pela Faculdade de Medicina da Bahia (UFBa) / 2003 – 2009;
  • Residência em Cirurgia Geral – Hospital Santo Antônio / 2011 – 2013;
  • Residência em Cirurgia Oncológica – A.C. Camargo Câncer Center / 2013-2016;
  • Título de especialista em Cirurgia Oncológica pela Sociedade Brasileira de Cancerologia;
  • Membro da equipe de Cirurgia Oncológica e Cirurgia Geral do Hospital Aristides Maltez (início 2016).
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Drª. Nathália Moreira Azi – CRM 22930

FOTO DRA NATHALIA

FORMAÇÃO

  • Bacharel em Medicina, Faculdade de Tecnologia e Ciências – FTC / 2010.
  • Residência Médica em Mastologia no Hospital Aristides Maltez, 2014 – 2016.
  • Reconstrução da Mama no Instituto Europeu de Oncologia, Milão / Itália – 2016.
  • Residência Médica em Cirurgia Geral Obras Sociais Irmã Dulce, 2011 – 2013.
  • Educação Continuada Liga Baiana de Cirurgia, 2007 – 2009, Instituto Mantenedor de Ensino Superior da Bahia, IMES.
  • Branksome Hall, BH, Canadá – 2002.
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A prevenção em câncer de pênis

O câncer de pênis é um tipo de câncer que pode ser prevenido apenas com o uso de água e sabão, de preferencia sabão neutro, sendo considerada uma neoplasia rara, que geralmente se relaciona com a situação sócia econômica da população. Acomete principalmente homens portadores de fimose ou prepúcio longo com hábitos higiênicos precários e, por isto, é mais freqüente na população de menor nível sócio econômico.

No Brasil corresponde a cerca de 2% do total das neoplasias que acometem homens e é cerca de cinco vezes mais comum nas regiões Norte e Nordeste em relação às regiões Sul e Sudeste. No Norte e Nordeste, o câncer de pênis chega a superar em números as neoplasias de próstata e bexiga. O câncer de pênis é um tumor raro, com maior incidência em homens a partir dos 50 anos, embora possa atingir também os mais novos. Em relação à etiologia, a higiene local precária e o conseqüente acúmulo de esmegma exercem uma ação irritativa crônica que favorece o desenvolvimento desta neoplasia. Estudos científicos sugerem a associação entre infecção pelo vírus HPV (Papiloma Vírus) e o câncer de pênis.

A maioria dos pacientes com câncer de pênis apresenta-se, de início, com doença localizada. Em quase 80% dos casos, a neoplasia está restrita ao pênis, 15% tem envolvimento dos gânglios regionais e menos de 10% evidenciam doença sistêmica. São tumores de progressão lenta que geralmente não invadem a uretra sendo, portanto, incomuns queixas urinárias. A disseminação à distância é rara e quando ocorre, é para o pulmão, fígado e ossos. É por isto que a maioria dos casos que vão a óbito é por complicações loco regionais, principalmente necrose e infecção em região inguinal ou hemorragia por infiltração dos vasos sanguíneos.

A queixa mais freqüente é a de aparecimento de lesão nodular, ulcerada ou vegetante, na maioria das vezes na glande ou prepúcio. O médico Alberto Nogueira, especialista em Oncologia Clínica e diretor técnico da Clínica ONCOVIDA – Centro de Oncologia da Bahia, nos fala deste tipo de câncer tão pouco lembrado, mas de prevenção simples.

Revista – Como é detectado o câncer de pênis?

Dr. Alberto Nogueira – O câncer de pênis inicia-se como um processo inflamatório, causando ulceração. A princípio não dói, mas no decorrer do desenvolvimento da doença, não só causa dor como sangra. O paciente, na maioria das vezes, interpreta como uma doença venérea pelo aparecimento de verrugas e, por preconceito e falta de informação, não procura assistência médica, partindo para o autotratamento.

Revista – Quais os sintomas?

Dr. Alberto Nogueira – Como havia falado, inflamação da pele que envolve o pênis, ulceração e verrugas no órgão.

Revista – Quais os danos que essa doença pode trazer ao paciente?

Dr. Alberto Nogueira – Quando o tumor está localizado no pênis tenta-se eliminar a neoplasia por completo com preservação da anatomia do órgão, permitindo manutenção da vida sexual. Infelizmente, em algumas situações procede-se amputação parcial ou total ou total do pênis. Tenta-se preservar pelo menos cinco centímetros de corpo cavernoso para manutenção da capacidade de penetração e a vida sexual. Nos casos avançados, além da cirurgia realizada no pênis, pode ser feito ressecção dos gânglios inguinais, quimioterapia e radioterapia. Daqueles pacientes que tinham o tumor restrito ao pênis e trataram 90% estão vivos após cinco anos, enquanto que naqueles que tiveram diagnóstico tardio, já com metástase, nenhum sobrevive ao mesmo período.

Revista – Qual a região do país que tem o maior número de casos?

Dr. Alberto Nogueira – Por se tratar de uma doença social, totalmente relacionada com a falta de informação, ela afeta as camadas menos favorecidas, onde não há saneamento e cuidados de higiene básica. Portanto, os estados com maior incidência são os da região Norte e Nordeste.

Revista – Qual a forma de tratamento?

Dr. Alberto Nogueira – Cerca de 30% dos pacientes procuram ajuda médica com mais de seis meses de histórico da doença e cerca de 40% procuram auxilio somente um ano após início do quadro clínico. Provavelmente, isto se deve ao preconceito existente entre os homens ou mesmo a dificuldade em ter em sua cidade assistência médica adequada, o que dificulta o diagnóstico precoce e o tratamento curativo. Dentre os tratamentos, a princípio, o cirúrgico é o indicado. A quimioterapia tem uma ação limitada, com baixa eficácia, e a radioterapia tem indicação após o procedimento cirúrgico ou no tratamento paliativo ou mesmo quando o paciente se recusa a amputar o órgão.

Revista – As mulheres correm algum risco em manter relações sexuais com parceiros portadores?

Dr. Alberto Nogueira – De forma direta não, mas infelizmente o pênis infectado transforma-se em um canal para entrada de fungos e bactérias. Para essa mulher, então, existe risco sim. A parceira deve estar atenta.

Revista – Quais as formas de prevenção?

Dr. Alberto Nogueira Em primeiro lugar: HIGIENE. Lavar o órgão genital de forma correta, com água e sabão neutro, para que não se acumule esmegma (massa branca). Esse esmegma é um dos fatores que podem desencadear a doença. Em segundo: não descuidar. Aparecendo qualquer lesão no pênis, procurar um médico. Em terceiro: não se automedicar, pois o uso incorreto de remédios retarda o diagnóstico, contribuindo para o desenvolvimento do câncer e, conseqüentemente, reduzindo as taxas de cura.

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De bem com a balança e contra o câncer de mama

A eterna luta das mulheres para eliminar os quilinhos indesejados tem um aliado de peso. A obesidade está entre os fatores de risco que aumentam os riscos de câncer de mama, tipo da doença mais comum entre o universo feminino no mundo e no Brasil, depois do de pele, respondendo por cerca de 25% dos casos novos a cada ano. “O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença”, ressalta o oncologista Guilherme Falcão, que integra a equipe da Clínica Oncovida – Centro de Oncologia da Bahia, acrescentando que a proporção de câncer de mama em homens e mulheres é de 1:100. Ou seja, para cada 100 mulheres com câncer de mama, um homem desenvolverá a doença.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam para o surgimento de 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano. No Brasil, o Ministério da Saúde estima 52 mil casos novos de câncer de mama a cada ano. Ainda de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de uma em cada doze mulheres terão um tumor nas mamas até os 90 anos de idade.  A idade, assim como em vários outros tipos de câncer, é um dos principais fatores que aumentam o risco de se desenvolver câncer de mama. O acúmulo de exposições ao longo da vida e as próprias alterações biológicas com o envelhecimento aumentam o risco. Mulheres mais velhas, sobretudo a partir dos 50 anos, são mais propensas a desenvolver a doença.

Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. “Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, são recomendações básicas e importantes para prevenir o câncer de mama”, orienta o especialista, que lembra que evitar o consumo de bebidas alcoólicas é também recomendado. “Já a amamentação é considerada um fator protetor”, acrescenta Falcão.

O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama principalmente após a menopausa. Isso porque a partir dessa idade o tecido gorduroso passa a atuar como uma nova fábrica de hormônios. Sob a ação de enzimas, a gordura armazenada nas mamas, por exemplo, é convertida em estrógeno. O alerta é mais sério para aquelas que apresentam um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30. A redução de apenas 5% do peso já cortaria quase pela metade os riscos de desenvolver alguns dos principais tipos de câncer de mama.

Além da obesidade são considerados fatores de risco: idade da primeira menstruação inferior a doze anos, menopausa tardia (após os 55 anos), primeira gravidez após os 30 anos; não ter tido filhos e uso de contraceptivos orais e de terapia de reposição hormonal pós-menopausa, especialmente por tempo prolongado. O uso de contraceptivos orais também é considerado um fator de risco pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc) da Organização Mundial da Saúde (OMS), embora muitos estudos sobre o tema tenham resultados controversos

SINTOMAS DE ALERTA:

A principal manifestação da doença é o nódulo, fixo e geralmente indolor. O nódulo está presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher. Outros sintomas são: pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo); pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço; e saída de líquido anormal das mamas. “Esses sinais devem servir de alerta para que as mulheres procurem um especialista, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama”, ressalta Guilherme Falcão.

(28.09.2015)

Frente & Verso Comunicação Integrada
Jornalista Responsável: Fernanda Carvalho
fernanda@frenteeverso.com
Tel.: (71) 8105-9609

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Dr. Guilherme Falcão – CRM 15783

Guilherme-FalcaoFORMAÇÃO

  • Graduado pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (2002)
  • Residência em Clínica Médica no Hospital santa Izabel (2003/2004)
  • Título de Especialista pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA/2007)
  • Oncologista Clínico e investigador em pesquisa clínica da ONCOVIDA
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Drª. Vanessa Menezes – CRM 21597

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FORMAÇÃO

  • Graduada em Medicina pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública/BA – 2009
  • Residência Médica em Cirurgia Torácica na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo ( FMUSP)
  • Especialista em cirurgia torácica pelo Hospital das Clínicas/Instituto do Coração/Instituto do Câncer do Estado de São Paulo em 2014
  • Membro da sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica (SBCT)
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Drª Lise Barreto de Oliveira – CRM 18743

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FORMAÇÃO

  • Graduação em Medicina pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública/BA –  2006
  • Especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Aristides Maltez 2012
  • Membro Efetivo da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço  2013
  • Medica assistente e equipe de sobreaviso do serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital São Rafael – Salvador /BA -2013
  • Medica assistente e equipe de sobreaviso do Hospital da Bahia – Salvador /BA – 2013
  • Preceptora e Médica Assistente do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital Santa Izabel – Salvador /BA -2015
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Sidnei Vitório

Dr. Alberto,

O motivo desse e-mail é a caráter de agradecimento, reconhecimento, respeito e admiração pelo seu trabalho.
Meu nome é Sidnei Vitório e fui seu paciente em Ilhéus-Ba, no período de 2002. Quando fui acometido por um câncer na região do pescoço (lado direito – glândula) e todo o tratamento foi realizado através de sua pessoa. Uma situação muito difícil mas nunca deixei de acreditar no seu potencial e na sua dedicação.
Hoje sou prova viva de todo esse trabalho. Estou curado e sempre que me lembro do senhor é com muita admiração. Moro no Rio de Janeiro  há 12 anos (logo depois do tratamento),  e sempre que vou a Bahia procuro saber a seu respeito.
Fui informado que o senhor não atende mais em Ilhéus, mas independente do lugar em que esteja atendendo, o meu sentimento é o mesmo.

Parabéns e obrigado por tudo!

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Patrícia Guimarães de Oliveira – CRF 2665

Patricia_farmacia3FORMAÇÃO

Graduada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) – 1995 e em Bioquímica – 1997

Pós Graduada em MBA – Administração Hospitalar Gestão em Saúde pela Atualiza – 2004/2005

Atua em Farmácia Oncológica desde dezembro de 1999

Responsável técnica pela Farmácia da Clínica ONCOVIDA.

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Câncer de próstata: riscos aumentam com a idade

Segundo mais comum entre a população masculina, o câncer de próstata é considerado o câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Sexto tipo de câncer mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres, as estatísticas da doença crescem com a expectativa de vida da população. Não é à toa que a maior incidência é registrada em países desenvolvidos.

“Apesar da taxa de incidência ser cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento. A explicação para este fato deve-se à maior expectativa de vida da população nestes locais, facilidade de acesso à informações e à um serviço de saúde pública mais eficiente”, explica o urologista Adriano Marçal, que integra a equipe da Oncovida – Centro de Oncologia da Bahia. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pelo aumento da expectativa de vida da população, evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam 69 mil novos casos da doença devem ser diagnosticados somente este ano. Homens acima de 45 anos, independente do país em que moram, devem investir na prevenção da doença. A próstata é uma glândula que só o homem possui que fica localizada na parte baixa do abdômen, entre a bexiga e o reto, e produz parte do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozóides, liberado durante o ato sexual.

Dor óssea, dificuldade para urinar, sangramento na urina são alguns dos sintomas de alerta. A prevenção deve começar a partir dos 45 anos, com a realização de exames anuais, de sangue e toque retal. “O preconceito diminuiu bastantes graças a campanhas como o Novembro Azul, porém a metade da população masculina do Brasil ainda não procura regularmente um urologista”, ressalta Marçal, acrescentando que alguns tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta – cerca de 15 anos para atingir 1 cm³ – que não chega a dar sinais durante a vida. “O fato da doença se desenvolver de forma assintomática reforça a necessidade dos exames de prevenção anuais”, conclui o especialista. O tratamento é feito com radioterapia e, a depender do estágio de evolução da doença, com intervenção cirúrgica.

(05.11.2015)

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Em 2020, menos de 10% da população terá hábito de fumar

Dia 29 de agosto é Dia Nacional de Combate ao Fumo e o Brasil tem muito o que comemorar. De acordo com Pesquisa do Ministério da Saúde e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o universo de fumantes no  país caiu de 18,5% para 14,7%.  Os homens ainda são os que mais usam produtos do tabaco (19,2%) contra 11,2% das mulheres. A faixa etária com maior prevalência é de 40 a 59 anos (19,4%), enquanto os jovens de 18 a 24 anos apresentaram a menor taxa (10,7%). “Antigamente, acender um cigarro era um questão de status. Hoje, este hábito está, cada vez mais, marginalizado na nossa sociedade”, contextualiza o cirurgião de tórax da equipe da Clínica Oncovida – Centro de Oncologia da Bahia, Rodrigo Maia.

Na década de 80, a prevalência de fumantes era de 35% da população. A previsão dos especialistas é que, em 2020, este número seja inferior a 10%. No Brasil, um dos motivos que ajudou a apagar a chama maléfica do cigarro é a política antifumo do governo federal. Desde 1996, o governo vem restringindo a propaganda de produtos originários do tabaco. “Era difícil combater o cigarro com a propaganda massiva da indústria do fumo”, avalia o especialista.

Ano passado, um decreto da presidenta Dilma Rousseff entrou em vigor e ajudou a coibir ainda mais a fumaça em locais públicos. Aprovada em 2011, mas regulamentada em 2014, a Lei 12.546 proíbe o ato de fumar cigarrilhas, charutos, cachimbos e outros produtos em locais de uso coletivo, públicos ou privados, como halls e corredores de condomínios, restaurantes e clubes – mesmo que o ambiente esteja parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou toldo. A nova legislação tornou os ambientes fechados de uso coletivo 100% livres de tabaco, protegendo a população do fumo passivo e contribuindo para diminuição do tabagismo entre os brasileiros.

As mudanças da legislação brasileira nos últimos anos, como a proibição de propaganda de marcas de cigarro e inclusão de imagens nos maços alertando os malefícios para a saúde, impactaram positivamente no hábito de fumar. A pesquisa aponta que 52,3% dos fumantes pensaram em parar de fumar devido a estas advertências.

O cigarro é responsável por cerca de 200 mil mortes por ano no Brasil e a Organização Mundial de Saúde reconhece o tabagismo como uma doença epidêmica. A dependência da nicotina expõe os fumantes continuamente a mais de quatro mil substâncias tóxicas, que são fatores de risco para aproximadamente 50 doenças, principalmente as respiratórias e cardiovasculares, além de vários tipos de câncer como o de pulmão e brônquios. O fumo responde hoje por 90% dos casos de câncer de pulmão e 25% das doenças vasculares, como infarto.

APAGUE ESTA IDEIA – Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o tabagismo passivo é responsável por sete mortes por dia no país, em uma pesquisa que considera apenas a exposição passiva ao cigarro em casa, segundo dados de 2012. Apesar de os dados sobre as mortes de fumantes passivos não ter a abrangência sobre as mortes decorrentes de exposição em ambiente de trabalho, estudos mostram que trabalhadores não fumantes expostos à fumaça do tabaco consomem involuntariamente de quatro a 10 cigarros por dia.

(25.08.2015)

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Quimioterapia domiciliar

Tão temido como receber o diagnóstico de câncer, o tratamento quimioterápico é recomendado para o tratamento de diversos tipos de câncer, assim como a cirurgia e radioterapia. O que pouca gente sabe é que as aplicações dos quimioterápicos podem ser feitas em casa, em um ambiente mais acolhedor para o paciente. “Antigamente os protocolos de quimioterapia exigiam até internação. Hoje, com advento das bombas portáteis, o paciente pode fazer o tratamento no conforto do lar, junto aos familiares”, destaca Patricia Guimarães, coordenadora da Farmácia do Centro de Oncologia da Bahia – Oncovida.

Em tratamento de um câncer no estômago, a biomédica Suzane Carvalho, de 23 anos, iniciou sessões de quimioterapia em setembro deste ano, após cirurgia para retirada do órgão e do baço. Na segunda fase do tratamento quimioterápico, ela evitou as duas internações mensais com a quimioterapia domiciliar. “O tratamento nunca é fácil mas, sem dúvida, é melhor do que precisar estar internada”, avalia a paciente. O esposo Felipe Carvalho reforça os benefícios da quimioterapia domiciliar. “Desde o início do tratamento, ela não parou de trabalhar, o que contribui para aumentar a auto-estima e tirar um pouco o foco da doença”, acrescenta.

A terapia domiciliar exige que o paciente se submeta a um pequeno procedimento cirúrgico para a colocação de um acesso central. Um dispositivo chamado portcath é colocado próximo à veia do pescoço do paciente, o que permite que a medicação seja liberada na dose e no intervalo certo, de acordo com a programação do especialista que acompanha o paciente. “O paciente não consegue mudar a dosagem ou programação”, acrescenta Guimarães. A bomba de infusão pode ser utilizada durante dois, cinco, sete ou 21 dias, de acordo com a prescrição médica, mas a agulha precisa ser substituída sempre no prazo máximo de uma semana, para evitar risco de contaminação.

Os possíveis efeitos colaterais, queda de pressão, do cabelo e alterações gastro-intestinais, como náuseas, vômito e diarréia, variam a depender do estado do paciente, mas é fato que eles reagem muito melhor ao tratamento no ambiente familiares, cercado pelo carinho e cuidados das pessoas que amam. “A medicação é a mesma o que muda é a qualidade de vida do paciente”, conclui o diretor médico da Oncovida, o oncologista Alberto Nogueira.

(15.12.2015)

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Diretor da ONCOVIDA, Alberto Nogueira, participa de matéria no Outubro Rosa.

ONG faz doação de perucas para mulheres que lutam contra o câncer

Na manhã desta quarta-feira (21), a ONG Fios de Esperança realizou doação de perucas para mulheres em tratamento contra o câncer no Hospital Aristides Maltez, em Salvador. Ao todo, foram doadas 10 perucas e 50 lenços. Durante a atividade, as pacientes participaram de oficinas de torso e maquiagem.

Jamile Andrade, presidente da ONG, esteve à frente da ação e comentou sobre o sucesso do evento. “É uma emoção muito grande poder estar colocando esse sonho em prática”, disse.

A ONG Fios da Esperança foi fundada em abril de 2014 e está planejando próximas ações. De acordo com Andrade, eles têm material suficiente para produção de mais 50 perucas.

Quem estiver interessado em ajudar pode entrar em contato através do email contato@fiosdeesperança.com.br ou pelo telefone (71)99273-2552.

Alerta contra o câncer
Os número do Instituto Nacional do Câncer afirmam que a cada 100 mil habitantes, 2560 novos casos de câncer de mama surgem todos os ano na Bahia. Em Salvador, a média é de 980 novos diagnósticos.

O médico oncologista Alberto Nogueira, que também esteve presente no evento desta quarta, alertou para a importância do diagnóstico ainda na fase inicial da doença. “Quando se faz o diagnóstico na sua fase inicial, é possível a cura em aproximadamente mais de 90%. Quando esse diagnóstico é feito em uma fase mais tardia, essas taxas diminuem para em torno de 15%”, explicou.

Fonte: g1.com

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Dr. Rodrigo Fróes Moreira – CRM-BA: 18717

dr-rodrigoFORMAÇÃO

  • Graduado pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública/BA – Ano 2006
  • Residência Médica em Cirurgia Geral
  • Residência de Cirurgia Geral no Hospital Santo Antônio – Obras Sociais Irmã Dulce –Período de: Fevereiro/2010 a Janeiro/2012
  • Residência Médica em Cirurgia de Cabeça e Pescoço
  • Residência de Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Hospital Aristides Maltez – Período de: Março /2013 a Fevereiro/2015